A influenza, ou gripe, é uma doença provocada pelo vírus de mesmo nome que afeta o trato respiratório. Mesmo que seja definida como uma doença respiratória, os sintomas da gripe são muito variados, ocorrendo, na maior parte das vezes, em diferentes partes do corpo.

Uma pessoa contaminada com o vírus da gripe apresenta febres altas, tosse, dores de cabeça e em outras partes do corpo.

Trata-se de um vírus de fácil contágio, que pode ser transmitido pelo contado com qualquer pessoa infectada, geralmente passando de uma pessoa para outra pela saliva ou muco do trato respiratório. Com a transmissão, novas estirpes do vírus podem ser formadas, às quais o organismo humano não apresenta imunidade.

A gripe é uma doença sazonal, ou seja, ataca mais durante as épocas frias. Com a chegada do inverno, é importante se prevenir, tendo por perto medicamentos que possam combater os sintomas e que possibilitem uma recuperação mais rápida e fácil.

Saiba mais sobre a gripe (influenza).

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O Tamiflu (Oseltamivir) é um medicamento desenvolvido para reduzir a disseminação do vírus influenza dos tipos A e B, através da inibição dos mesmos nas células já infectadas. O medicamento também inibe a entrada do vírus em células não infectadas e sua propagação pelo organismo.

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O que é a gripe?

A influenza, também conhecida como gripe, embora sendo apenas uma infecção do sistema respiratório, também pode trazer complicações. A principal delas é a pneumonia, atualmente responsável por um grande número de internações hospitalares no mundo todo.

A influenza começa com febre alta, normalmente acima de 38°C, seguida de dores musculares, dor de garganta e de cabeça e tosse seca.

O sintoma mais comum e mais importante da influenza é a febre, que pode durar em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como a tosse, por exemplo, se tornam mais evidentes com a progressão da doença, podendo se manter, de forma geral, por três ou quatro dias, mesmo depois de eliminada a febre.

A gripe é uma doença bastante comum, podendo atacar uma pessoa diversas vezes ao longo da vida. Além disso, também é frequentemente confundida com outros tipos de viroses que atacam o sistema respiratório.

Para não haver essa confusão, é necessário que o diagnóstico da influenza seja feito por exame laboratorial específico.

A influenza pode ser provocada por diversas cepas diferentes do mesmo vírus. Mesmo que usemos o termo gripe, ou influenza, de forma genérica quando nos referimos aos sintomas normais da gripe, como nariz entupido, espirros, dores de cabeça, a gripe e o resfriado são causados por vírus diferentes, apresentando algumas características que possibilitam constatar suas diferenças.

O resfriado, por exemplo, pode ser provocado por seu vírus específico diversas vezes por ano, enquanto que a gripe acontece com menos frequência. Uma pessoa pode passar alguns anos sem apresentar sintomas de gripe e, ao mesmo tempo, ter diversos resfriados em um mesmo ano.

Veja abaixo a anatomina do vírus da gripe:

anatomia-do-virus-da-gripe

O vírus foi identificado como uma mutação, ou seja, uma nova cepa do já conhecido vírus influenza A subtipo H1N1, o mesmo responsável pelo maior número de infecções pela gripe entre os seres humanos, o que o levou a ser designado como nova gripe A, diferenciando-o da gripe A comum.

Essa mutação do vírus contém um DNA típico de vírus das gripes de aves e de suínos, além de humanos, incluindo alguns elementos dos vírus de gripe suína e da gripe asiática. Os sintomas da doença são o surgimento repentino de febre e tosse, causando dores de cabeça intensas, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos e entupimento das vias respiratórias.

A partir dessa nova cepa do vírus influenza, a OMS determinou que todos os países mantivessem alerta de emergência de saúde pública internacional. Ou seja, os países no mundo inteiro deveriam, a partir daí, aumentar a vigilância em relação à propagação do novo vírus.

O nível de alerta pandêmico fez com que os países mantivessem o alerta para evitar até mesmos surtos localizados. Essa condição não evitou, no entanto, que o vírus se espalhasse, chegando a atingir mais de 75 países durante a pandemia, em todos os continentes, elevando o nível de alerta para 6, o maior deles na escala da OMS.

A pandemia de 2009 teve seu fim anunciado apenas em agosto de 2010, pela própria OMS, que declarou a fase pós-pandêmica. O alerta e os cuidados tomados por praticamente todos os países infectados pela nova cepa do vírus trouxeram bons resultados.

De acordo com a OMS, a pandemia poderia ter sido muito pior. O vírus chegou a causar a morte de 18 mil pessoas desde o seu surgimento no México, em abril de 2009.

Mesmo assim, pelo menos uma em cada cinco pessoas foram infectadas com o vírus H1N1 durante a pandemia de 2009, mesmo que o vírus tenha causado menos mortes do que normalmente pode ocorrer durante um surto global.

O vírus mostrou-se altamente contagioso, uma vez que entre 20% a 27% da população analisada em mais de 20 países foram infectadas. Esse alerta serviu para que vacinas fossem produzidas e que campanhas venham sendo realizadas todos os anos para evitar novos surtos globais.

Tipos de vírus da gripe

A influenza é uma infecção que tende a se espalhar principalmente em locais onde as pessoas vivem em maior proximidade. Além disso, com a facilidade de disseminação, também ocorrem as mutações, fazendo com que os tipos de vírus da gripe possam ser diferentes a cada ano.

Em uma área com grande densidade populacional, as pessoas devem tomar precauções no tratamento contra a gripe para reduzir as possibilidades de mutações. Pessoas com mais de 60 anos, crianças e aquelas que possuem sistema imunológico enfraquecido correm mais risco de desenvolver sintomas graves ou pneumonia no caso de infecção.

Para esses grupos de risco, o tratamento deve ser cuidadoso, uma vez que, nesses casos a infecção pelo vírus da gripe pode ser fatal.

Os vírus da gripe podem ter mutações de tempos em tempos. A pandemia que teve início no México, por exemplo, começou em uma criação de porcos em La Gloria. O paciente zero foi um menino de 4 anos, chamado Edgar Hernandez.

Segundo os pesquisadores, provavelmente o seu próprio organismo tenha sido a plataforma para a alteração do vírus, que se tornou mais eficiente para infectar humanos. Em poucos meses, o vírus foi transmitido para outras pessoas, trazendo um tipo de gripe até então provocada por um vírus desconhecido.

Outra possibilidade, de acordo com um estudo publicado pelo The New England Journal of Medicina e pelo jornal inglês The Independent, é que a pandemia tenha sido resultado de um acidente de pesquisa de algum laboratório no final da década de 1970.

Essa hipótese foi levantada pelo fato de que a gripe suína havia desaparecido entre os humanos, depois de outra pandemia com uma linhagem diferente do vírus, em 1957. O H1N1 não havia sido detectado até janeiro de 1976, poucos anos antes de ocorrer um novo surto.

Imagina-se que o vírus tenha sido reintroduzido acidentalmente por algum laboratório, causando um surto localizado na Rússia e na China. Em razão disso, cientistas de todo o mundo retornaram aos estudos sobre o vírus, com amostras congeladas e armazenadas desde a década de 1950.

De acordo com os cientistas, a gripe suína pode ter reaparecido através dessa mutação, em razão dos estudos feitos com o vírus congelado.

Como o vírus da influenza passa por mutações, estabeleceu-se uma classificação para aqueles já conhecidos, como podemos ver a seguir:

Tipos de vírus da gripe
Vírus tipo A Apresenta os sintomas mais graves e tende a ocasionar surtos de três em três anos. Essa gripe se manifesta através das pandemias, como ocorreu com a gripe aviária, que surgiu na China, ou a gripe suína, originada no México. É um tipo de infecção que exige maiores cuidados no tratamento.
Vírus tipo B Apresenta sintomas semelhantes aos da gripe A, embora não sejam tão severos.
Vírus tipo C Um dos tipos mais rápidos e comuns da gripe, apresentando sintomas semelhantes aos de um resfriado de inverno. Normalmente, esse tipo de gripe não exige maior tratamento.

Segundo os médicos e especialistas, não há como impedir que os vírus sofram mutações e comecem a provocar surtos, não havendo também qualquer resposta definitiva sobre o início de um surto de gripe, principalmente no inverno, época de maior incidência da doença.

Atualmente é muito mais fácil que um vírus seja transportado de um lado do mundo para o outro em poucas horas, como aconteceu com o H1N1 que, do México, rapidamente passou para os Estados Unidos, Canadá, Europa e Oceania, além de ter sido levado para a América do Sul.

A facilidade de transporte, a circulação das pessoas pelos países em viagens aéreas e a proximidade das pessoas nas grandes cidades faz com que a doença possa se espalhar muito mais rapidamente do que em outros tempos.

Outro fator importante para a mutação do vírus da gripe são as alterações climáticas, provocadas pelo aquecimento global, o que faz com que doenças que apenas ocorriam em determinadas épocas do ano, possam acometer os seres humanos em qualquer outro período.

Assim, doenças como a gripe comum e a gripe suína, ou H1N1 podem também passar por mutações ainda desconhecidas pela ciência por diferentes motivos.

Sintomas provocados pelo vírus H1N1

A gripe é uma doença comum e bastante conhecida, sendo uma doença viral, aguda, normalmente benigna e autolimitada. De forma geral, é caracterizada pelo início rápido dos sintomas, todos predominantemente sistêmicos.

Os sintomas provocados pelo vírus H1N1 incluem:

  • febre,
  • calafrios,
  • tremores no corpo,
  • dor de cabeça,
  • anorexia,
  • mialgia,
  • problemas respiratórios, como tosse seca, dor de garanta e coriza.

A infecção pelo H1N1 pode durar no máximo uma semana, com os sintomas persistindo por alguns dias. Entre eles, a febre é o mais importante.

O vírus de gripe tipo C causa apenas infecções respiratórias mais leves, não gerando impacto na saúde pública e não sendo mais relacionado com epidemias.

No entanto, os vírus tipo A e tipo B podem provocar epidemias sazonais. O vírus tipo A, principalmente, é responsável pelas grandes epidemias, tanto através dos subtipos de vírus H1N1 e H3N2, que circulam atualmente entre os seres humanos.

Algumas cepas do influenza A, de origem aviária, também podem infectar as pessoas, provocando sintomas mais graves, como é o caso do H7N9.

O H1N1 é um vírus de origem suína, que provoca doença respiratória em porcos e que, através da mutação, atualmente pode se disseminar também entre as pessoas.

Esse vírus ainda não possui precedente na história da medicina, o que gerou o alerta de 2009 e 2010, fazendo com que fossem pesquisadas novas vacinas contra a gripe, evitando a ocorrência de mortes provocadas pela gripe.

Os sintomas apresentados pelo vírus H1N1 são semelhantes aos da gripe comum, embora mais persistentes e mais grave. Algumas pessoas mostram os seguintes sintomas:

  • diarreia e vômitos associados à gripe,
  • além de formas mais graves da doença, com desenvolvimento de pneumonia e falência respiratória.

Alguns casos chegam ao óbito. Além disso, a gripe suína também pode provocar a piora de doenças crônicas já existentes.

Transmissão do vírus da gripe

O vírus da gripe é altamente contagioso, sendo transmitido de uma pessoa para outra através de gotículas espalhadas pelo ar através de espirros, tosse ou mesmo pelo contato físico.

O vírus da gripe ataca as células das vias aéreas, superiores e inferiores, sendo mais comum durante o inverno ou início da primavera. Quando em contato com qualquer célula do sistema respiratório, ele se transmite rapidamente de uma célula para a outra, infectando todo o sistema.

No corpo humano, o vírus penetra através das mucosas, principalmente dos olhos, nariz e boca. A contaminação também pode ocorrer através de meios externos, como um corrimão de escada, uma porta de elevador ou qualquer outro material contaminado.

Entenda mais sobre a transmissão direta e indireta do vírus da gripe:

Transmissão do Vírus da Gripe
Transmissão direta da gripe Pode acontecer quando uma pessoa infectada pelo vírus falar perto de outra, espalhando gotículas, que podem alcançar até um metro de distância. Quando uma pessoa espirra, essas gotículas podem atingir mais de 2 metros.
Transmissão indireta da gripe Pode ocorrer quando uma pessoa gripada tosse e cobre a boca com as mãos, ou quando passa a mão na boca e fica com as gotículas nas mãos, passando para outros objetos ou superfícies.

As gotículas infectadas podem permanecer com o vírus ativo por até 72 horas e, nesse período, qualquer pessoa que tenha contato com elas pode ser contaminada com o vírus da gripe, mesmo que o doente não esteja presente no local.

O tempo de transmissão da gripe por uma pessoa infectada vai depender da idade e da imunidade apresentada. Uma criança, por exemplo, pode começar a transmitir o vírus até 24 horas antes de apresentar qualquer sintoma e até duas semanas depois de ter tido a última febra.

Os adultos podem transmitir o vírus entre 12 a 24 horas antes dos sintomas e até 5 a 7 dias depois da última febre.

Pessoas com imunidade mais baixa, no entanto, podem transmitir a gripe por muito mais tempo depois dos sintomas desaparecerem.

Grupos de risco para a transmissão do vírus da gripe

Os grupos de riscos são formados por pessoas que apresentam maiores probabilidades de evoluir com complicações provocadas pelo H1N1. Alguns tratamentos são indicados especificamente para essas pessoas, já que demandam maior cuidado.

Os grupos de risco para a transmissão do vírus da gripe são os seguintes:

  • Mulheres grávidas, em qualquer época da gestação e até 2 semanas depois do parto, inclusive aquelas que tenham passado por abordo ou por nascimento natimorto;
  • Idosos com mais de 60 anos, principalmente acima dos 65 anos;
  • Crianças com menos de 5 anos, principalmente menores de 2 anos, sendo que as menores de 6 anos são as que apresentam maior taxa de mortalidade;
  • A população indígena, principalmente as que mantêm menos contato com a civilização;
  • Pessoas menores de 19 anos que tenham feito uso prolongado de aspirina (ácido acetilsalicílico);
  • Pessoas com doenças crônicas e doenças respiratórias (incluindo asmas), além de portadores de tuberculose;
  • Pessoas com doenças cardiovasculares, exceto as que apresentam hipertensão arterial sistêmica;
  • Pessoas com doenças crônicas renais ou com insuficiência renal;
  • Pessoas com doenças hepáticas crônicas ou com cirrose de qualquer causa;
  • Portadores de anemia falciforme;
  • Pessoas com distúrbios metabólicos, como diabetes, mesmo sob controle;
  • Portadores de doenças neurológicas, como esclerose múltipla, disfunção cognitiva, lesão muscular, epilepsia, paralisia cerebral, síndrome de Down, acidente vascular cerebral e outras;
  • Pacientes com baixa imunidade, como imunodeficiência primária, imunodepressão associada a medicamentos, neoplasias, portadores de HIV (mesmo que estejam seguindo tratamento);

Pessoas obesas, principalmente com IMC acima de 40.

Sintomas da gripe

Os sintomas da gripe são semelhantes aos de qualquer resfriado, embora na gripe eles se desenvolvam mais gradualmente. Para uma pessoa infectada pelo H1N1, é importante começar um tratamento o mais rápido possível, reduzindo o tempo de recuperação e os riscos de uma infecção mais grave.

O tratamento deve ser procurado quando uma pessoa começar a apresentar os seguintes sintomas:

  • Febre, com temperatura entre 38 e 40°C;
  • Tosse, nariz entupido e espirros;
  • Dor e inchaço na garganta;
  • Dores musculares e nas articulações, principalmente no pescoço e nos pulsos;
  • Cansaço físico;
  • Insônia ou sono agitado.

O H1N1 provoca um quadro febril com temperatura nas axilas acima de 38,7°C, chegando às vezes aos 40°C, de forma constante, com início ascendente, normalmente acompanhada de muito cansaço, dores no corpo e tosse intensa.

Com o surgimento dos sintomas, a pessoa passa a ter calafrios e mal-estar físico, com corrimento nasal (rinorreia) e tosse seca.

Além disso, com o aumento da infecção, uma pessoa infectada pelo H1N1 também pode apresentar diarreia, vômitos e rouquidão, com hiperemia conjuntival, apresentando olhos vermelhos, ardendo como se estivesse com conjuntivite.

A evolução natural da infecção pelo H1N1 é febre alta e constante até o terceiro dia, começando a baixar no terceiro ou quarto dia e terminando no sexto. A tosse seca e o cansaço ainda podem prevalecer por algumas semanas, embora isso não implique em qualquer complicação.

Veja o infográfico interativo com o os sintomas da gripe provovados pelo vírus H1N1:

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Orientações em caso de gripe

No caso de uma pessoa pertencer a qualquer grupo de risco, é necessário procurar ajuda médica assim que surgirem os primeiros sintomas da gripe. A eficácia do tratamento com medicamentos específicos será maior quanto mais cedo começar o tratamento, não oferecendo benefícios se iniciar depois de 48 horas após o início dos sintomas.

Para pessoas que não fazem parte dos grupos de risco, a complicação mais frequente na infecção com o H1N1 são as infecções bacterianas. Por isso, essas pessoas devem procurar ajuda médica no caso de a evolução da febre fugir do padrão, como, por exemplo:

  • Quando a febre alta estiver presente até 3 dias depois do aparecimento;
  • Quando o paciente estiver com febre após o sexto dia dos sintomas;
  • Quando houver retorno da febre depois de desaparecida;
  • Quando apresentar tosse com secreção depois da tosse seca.

Alguns sinais de alarme são apresentados com a gravidade da infecção pelo vírus da gripe, como os seguintes:

  • Falta de ar começando subitamente ou aumento daquela já existente, com a presença de arritmia ou taquicardia;
  • Persistência ou aumento da febre por mais de três dias;
  • Exacerbação de uma doença pré-existente, como falta de ar, chiado no peito (para pessoas com doenças pulmonares, como enfisema, bronquite ou asma);
  • Aumento brusco e mais grave das dores musculares;
  • Sonolência ou confusão mental;
  • Aumento dos sintomas gastrointestinais nas crianças;
  • Desidratação.

Embora a síndrome respiratória aguda grave, ou SRAG, ou seja, o quadro que leva à insuficiência respiratória, seja a complicação mais temida nos casos graves de gripe, não é ela a mais frequente. O vírus H1N1 pode trazer outras complicações, como, por exemplo:

  • Pneumonia bacteriana ou provocada por outros tipos de vírus;
  • Sinusite;
  • Otite;
  • Desidratação;
  • Quadros mais graves de doenças pré-existentes, como insuficiência cardíaca, asma ou diabetes;
  • Pneumonia primária pela influenza, que acontece de forma mais geral em pessoas que apresentam doenças cardiovasculares, principalmente doenças reumáticas com estenose mitral, e em mulheres grávidas.

Como a maior parte das pessoas que não fazem parte dos grupos de risco, o vírus H1N1 pode passar como se fosse qualquer outro tipo de gripe. O tratamento específico é indicado somente para pessoas que pertençam aos grupos de risco.

Alguns tratamentos mais indicados são realizados com o Tamiflu, cujo princípio ativo é o Oseltamivir, que deve ser feito durante pelo menos 5 dias. A dose pode variar de acordo com a idade, devendo ser ajustada para pacientes com insuficiência renal.

Outro tratamento indicado é o Zanamivir, que deve ser usado em inalação e recomendado apenas nas situações em que o Tamiflu não possa ser usado, como no caso de alergias. Esse medicamento possui uma série de restrições com relação ao uso, como por exemplo, a proibição de aplicação em crianças menores de 5 anos.

Diagnóstico da gripe

O diagnóstico da gripe deve ser feito através de assistência médica, podendo o médico solicitar exames específicos para determinar o tipo de vírus presente no organismo.

Essa indicação, no entanto, pode não ser necessária quando existe um surto de gripe, principalmente em razão de, normalmente, haver apenas um tipo de vírus em cada surto.

Tratamentos para a gripe

Como se trata de uma infecção viral, a gripe não pode ser tratada com antibióticos. O tratamento para o vírus da influenza em suas várias mutações, inclusive o H1N1, está disponível apenas através de receita médica, procurando impedir a disseminação, aliviar os sintomas e acelerar a recuperação do paciente.

Tamiflu

O Tamiflu é um dos medicamentos de prescrição para tratamento da gripe comum, da gripe aviária e da gripe suína. É um medicamento que deve ser tomado via oral, devendo ser iniciado o tratamento em no máximo dois dias após o surgimento dos primeiros sintomas da infecção.

É necessário dar atenção aos sintomas e começar o tratamento dentro do prazo de 48 horas para que o medicamento possa combater o vírus no organismo. Depois desse prazo, ele não irá oferecer maiores benefícios.

O Tamiflu praticamente não apresenta contraindicações, podendo ser usado inclusive por crianças e sua principal vantagem é reduzir os riscos de complicações, como a pneumonia, por exemplo.

Prevenção

A prevenção da gripe pode ser feita de diversas formas, como podemos relacionar a seguir:

Prevenção contra a gripe
  • Vacinação anual contra a gripe;
  • Limpeza das superfícies e objetos possivelmente contaminados, usando água e sabão, detergente ou álcool a 70%, que deve ser friccionado sobre a superfície ou os objetos;
  • Higiene das mãos com frequência, usando água e sabão, ou álcool gel, principalmente antes das refeições;
  • Usar lenço descartável para limpeza do nariz;
  • Cobrir o nariz e a boca com lenço quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar nas mucosas dos olhos, nariz e boca;
  • Lavar as mãos sempre que espirrar ou tossir;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como pratos, talheres, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados, principalmente quando houver alguma pessoa gripada no recinto;
  • Evitar contato próximo com pessoas que estejam com sintomas de gripe;
  • Evitar sair de casa nos períodos mais críticos de transmissão da doença, principalmente quando a pessoa pertencer a algum grupo de risco;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados;
  • Adotar hábitos saudáveis de alimentação e ingerir maior quantidade de líquidos em épocas de proliferação da gripe.

Profilaxia contra a gripe

A quimioprofilaxia é um tipo de prevenção aplicada para evitar que uma pessoa fique doente. No caso do vírus H1N1, a profilaxia pode ser feita com o mesmo medicamento usado para o tratamento, embora não seja indicada para todas as pessoas.

A profilaxia é indicada apenas para pessoas que pertençam a grupos de risco, com o objetivo de evitar futuras complicações. Podem fazer esse tipo de prevenção os seguintes grupos:

  • Pessoas que não tomaram a vacina contra a gripe ou que tenham sido vacinadas há menos de 15 dias;
  • Pessoas que tiveram contato com infectados;
  • Pessoas que tenham sido expostas nas últimas 48 horas.

Fontes:

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