O hirsutismo é um problema que se caracteriza pela presença de pelos em excesso nas mulheres, tornando-se mais espessos e mais escuros do que normalmente ocorre. A doença, em geral, é resultado do desequilíbrio hormonal.

O hirsutismo precisa de um diagnóstico médico e de um tratamento especializado. Ainda que a depilação não seja algo novo para as mulheres, a aplicação de cremes de prescrição é uma novidade para o tratamento do hirsutismo.

O tratamento do hirsutismo, principalmente na face e no peito, era feito com o uso de medicamentos de venda livre, que não apresentavam tanta eficácia, ou com depilação a laser.

Hoje, é possível fazer uma consulta médica e usar medicamentos de prescrição, que se tornaram o tratamento mais eficaz contra o problema, eliminando os pelos mais espessos e aparentes sem prejuízo à saúde.

Saiba mais sobre o hirsutismo, as causas e os tratamentos para essa doença.

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Vaniqa

Fabricante: Almirall

O hirsutismo, ou o crescimento dos pelos em excesso no rosto, nos braços, no peito e em outras regiões do corpo, influencia o bem-estar feminino. O Vaniqa foi desenvolvido para ajudar no tratamento médico de redução da quantidade do crescimento pelos nas mulheres.

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O que é hirsutismo?

O hirsutismo, também conhecido como frazonismo, é considerado uma doença, e sua principal característica é o crescimento excessivo de pelos no corpo da mulher em regiões não tão comuns, como acontece nos homens. Assim, a mulher desenvolve pelos mais espessos nas costas, no tórax, no abdômen e no rosto.

A doença é decorrente da ação da testosterona, um hormônio que tem a propriedade de agir diretamente sobre o folículo piloso, sendo responsável pelo crescimento exagerado dos pelos.

Na mulher, os pelos geralmente são mais finos e pouco perceptíveis. Quando ocorre a ação da testosterona, ou seja, com o hirsutismo, eles se tornam mais espessos, sendo percebidos facilmente a olho nu, o que oferece características masculinizadas ao corpo feminino.

De uma forma geral, mulheres portadoras de hirsutismo também sofrem de sobrepeso ou apresentam distúrbios no metabolismo, como tolerância à glicose e resistência à insulina

Existem alguns casos de hirsutismo em que a mulher passa por um processo de virilização, criando alterações em sua anatomia, inclusive sexual, situação que pode afetar seriamente a pessoa em sua área psicológica.

Categorias do Hirsutismo

O hirsutismo é um problema encontrado no sexo feminino, podendo ser classificado em três categorias:

  • Originário do excesso de andrógenos sintetizados pelos ovários ou glândulas adrenais, como pode acontecer em mulheres portadoras de síndrome do ovário policístico, de hiperplasia adrenal congênita (não clássica ou de início tardio), de síndrome de Cushing e de tumores produtores de andrógenos ovarianos ou adrenais;
  • Provenientes do aumento da sensibilidade cutânea aos andrógenos circulantes, numa classificação conhecida como hirsutismo idiopático, cuja principal característica é o crescimento de pelos de forma isolada, apresentando ciclos menstruais regulares e ovulatórios;
  • De outras situações, que podem englobar alterações secundárias no transporte ou no metabolismo de andrógenos, como, entre outras, afecções da tireoide, hiperprolactinemia ou uso de determinados medicamentos, como o danazol, as fenotiazinas e a metiperona, entre outros).

Pessoas mais afetadas pelo hirsutismo

O hirsutismo é uma característica mais comum entre as mulheres, podendo ser decorrente de causas genéticas, quando ocorrem casos em mais de uma mulher na mesma família. Também pode ocorrer de forma isolada, quando a mulher passa por qualquer alteração incomum na produção de testosterona em seu organismo, o que, normalmente, é provocado por distúrbios no funcionamento das glândulas.

Vale lembrar que existe uma grande variedade na distribuição de pelos que podem ser considerados normais no corpo feminino, inclusive decorrente da diferença de raça e etnia, principais razões para o desenvolvimento do hirsutismo.

Assim, por exemplo, as mulheres originárias do Mediterrâneo e do Oriente Médio tendem a apresentar maior quantidade de pelos no corpo, enquanto que as asiáticas e as nativas americanas apresentam quantidade mínima.

Os homens também podem apresentar hirsutismo, embora em proporção menor, principalmente depois da puberdade. Nessa fase da vida, geralmente o corpo do homem apresenta menor quantidade de pelos em algumas regiões, enquanto que outras desenvolvem maior número de folículos pilosos, como, por exemplo, o peito, o rosto e as pernas.

Quais são as causas do hirsutismo?

Além das causas genéticas e de problemas glandulares, alguns medicamentos utilizados para tratamento de distúrbio bipolar, esquizofrenia, ataques epiléticos, enxaquecas e pressão alta também podem contribuir para o hirsutismo.

De maneira geral, esses medicamentos estimulam a produção de hormônios androgênicos, como é o caso da testosterona.

Na mulher, o hirsutismo também pode ser mais comum em algumas situações, como, por exemplo:

Causas do Hirsutismo
  • Na fase da menopausa, quando se torna mais comum que ocorram mudanças hormonais no organismo feminino, com aumento de produção de testosterona e outros hormônios mais próprios do sexo masculino.
    Nessa época, a mulher pode ter aumento no crescimento dos pelos, principalmente no rosto. Além disso, depois do período que se segue ao fim da menopausa, os pelos indesejados podem continuar a crescer nas áreas em que eles são mais comuns nos homens.
  • Quando a mulher apresenta síndrome do ovário policístico, ou PCOS. O problema normalmente também é associado ao crescimento de pelos no corpo feminino pelas mesmas razões da menopausa.
  • Quando a mulher tem síndrome de Cushing, doença também conhecida como hipercortisolismo ou hiperadrenocorticismo. O problema ocorre quando o corpo libera maiores quantidades de cortisol, uma disfunção hormonal que, além de provocar o aumento de peso de forma rápida, também favorece o crescimento de pelos.
    Esses sintomas são resultado do mau funcionamento da glândula suprarrenal, um dos órgãos responsáveis pela produção de testosterona. Quando ela é afetada, geralmente pela formação de qualquer tumor, suas funções se tornam comprometidas e a consequência mais comum é o crescimento exagerado de pelos.
  • Mulheres com hiperplasia adrenal congênita, problema que afeta diretamente o metabolismo, provocando o bloqueio das enzimas que produzem o cortisol. A doença, além de interferir no processo normal de ovulação, também altera o ciclo menstrual, provocando o desenvolvimento de acne e o crescimento exagerado de pelos no corpo feminino.
  • Obesidade, da mesma forma que o sobrepeso, que podem contribuir com o desenvolvimento de hirsutismo.
  • Acromegalia, uma doença que apresenta grande produção do hormônio do crescimento pela hipófise, surgindo de forma mais comum entre as mulheres. Quando o problema ataca uma mulher já adulta, não vai interferir em sua altura, mas sim no crescimento de pelos em diversas partes do corpo.
  • Hipertricose que, embora completamente normal nas mulheres, favorece o crescimento de pelos em excesso nas regiões do corpo onde já é natural o seu desenvolvimento, como o buço, os braços e as axilas. A hipertricose é bastante comum nos povos da região mediterrânea.
  • Hiperprolactinemia, ou seja, o aumento na produção do hormônio responsável pela lactação.
  • A presença de doenças na tireoide, que podem aumentar o crescimento dos pelos.
  • Diabetes, já que a pessoa acometida por essa doença pode estar sofrendo com o aumento na produção de insulina, ou ainda ter um organismo que apresenta resistência periférica a essa substância.

Fatores de risco

Os principais fatores de risco apresentados para o desenvolvimento do hirsutismo são:

  • as causas genéticas, principalmente quando a mulher é descendente de povos que habitam a região mediterrânea;
  • produção em excesso de testosterona;
  • medicamentos utilizados no tratamento de outros problemas de saúde.

Quais são os sintomas do hirsutismo?

Os primeiros sintomas do hirsutismo, decorrentes de problemas hormonais, podem surgir durante o período fértil da mulher ou imediatamente depois da menopausa. Além disso, também podem ser decorrentes da falta de regulação no ciclo menstrual.

Mulheres afetadas pelo hirsutismo também podem apresentar alguns outros sintomas, como os que descrevemos a seguir:

  • Desenvolvimento de acne, com o aumento de cravos e espinhas pelo corpo, principalmente no rosto;
  • Queda dos fios de pelo no couro cabeludo, ou alopecia, podendo surgir falhas nos cabelos;
  • Seborreia, que, além de causar caspa e oleosidade nos cabelos, também é uma das potenciais causas para a queda dos fios;
  • Ciclo menstrual irregular, que podem ser reforçados por sintomas mais fortes de tensão pré-menstrual.

Embora com menor frequência, existem casos mais graves de hirsutismo, que podem surgir através dos seguintes sintomas:

  • Ganho de peso acompanhado por aumento da massa muscular;
  • Aumento do clitóris, com maior inchaço nessa parte do órgão sexual feminino;
  • Redução do tamanho dos seios, com a diminuição dos tecidos mamários;
  • Engrossamento da voz, que ocorre geralmente após a fase de crescimento;
  • Escurecimento da pele, principalmente nas dobras dos cotovelos e na região próxima ao pescoço;
  • Fraqueza, acompanhada de perda da força muscular;
  • Produção de leite ou de fluídos nos mamilos, mesmo quando a mulher não está amamentando;
  • Alta na pressão arterial, mesmo que a mulher tenha um estilo de vida saudável;
  • Diabetes, com índices elevados de açúcar no sangue;
  • Colesterol alto, mesmo com a mulher mantendo dieta balanceada.

Veja abaixo as principais regiões do corpo afetadas pelo hirsutismo:

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Estudos sobre o Hirsutismo

Os estudos realizados pela medicina constatam que mulheres com hirsutismo, principalmente nas portadoras de síndrome do ovário policístico, apresentam elevado risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2. A resistência à insulina aumenta o risco de hirsutismo, além de outras doenças cardiovasculares.

Não existem, no entanto, estudos de acompanhamento de longo prazo em pacientes com hirsutismo sobre o risco de desenvolvimento de diabetes.

O hirsutismo pode ser tratado com contraceptivos orais de baixa dose, com o objetivo de reduzir a produção de andrógenos. No entanto, esse tratamento também pode influenciar o desenvolvimento de diabetes e de ateromatose.

Diagnóstico

O diagnóstico do hirsutismo, além daqueles que podem ser feitos através de análises laboratoriais e de exames clínicos, também pode ser feito por meio de uma medição feita através de uma escala, que permite avaliar não apenas o grau da doença, como também o comprometimento do organismo feminino.

Pode-se aplicar a Escala de Ferriman e Gallwey, acompanhada de exames físicos para se conseguir um diagnóstico mais preciso. A aplicação da escala é bastante simples, levando em consideração o desenvolvimento de pelos em nove partes do corpo, como o rosto, peito, buço, abdômen, axilas, púbis, nádegas, pernas e costas. Cada uma das partes oferece uma pontuação de 0 a 10.

Havendo uma média igual ou superior a 8, o diagnóstico para hirsutismo é positivo. As conclusões médicas devem ser obtidas através de exames laboratoriais e de imagem.

Os casos mais graves do hirsutismo podem ocorrer com o crescimento de pelos em áreas mais incomuns, como os ombros e a parte anterior do tórax. No caso desse tipo de ocorrência, a doença deve ser avaliada com maiores cuidados.

Um fato que não pode ser descartado é que a mulher também possui hormônios masculinos, havendo partes específicas do organismo que produzem a testosterona. Em determinados casos, quando os órgãos responsáveis, como os ovários e a glândula suprarrenal, não funcionam corretamente, a mulher pode apresentar tumores.

Quando o hirsutismo é decorrente da presença de tumores, percebe-se com mais clareza o crescimento de pelos, que ocorrem de forma mais rápida. Esses casos, no entanto, são mais raros do que os derivados de outras complicações.

Mesmo assim, o médico não pode descartar essa possibilidade, devendo realizar exames investigativos sobre a presença de tumores. Os exames podem ser os seguintes:

  • Exames de dosagens hormonais, com amostras de sangue para analisar a testosterona sérica, a adostenediona, a deidroepiandroesterona, o sulfato de deidroepiandrosterona, o hormônio folículo estimulante, o hormônio luteinizante, a prolactina e o cortisol;
  • Ultrassonografia para verificar a presença de tumores e cistos que possam estar dando origem à síndrome do ovário policístico;
  • Tomografias computadorizadas para obter um diagnóstico preciso através de imagens de alta definição e descartar a possibilidade de tumores.

Principais Tratamentos para o Hirsutismo

O tratamento para o hirsutismo deve ser feito a partir da descoberta das causas da doença, garantindo ainda que a paciente não esteja se masculinizando.

Para prescrever o tratamento para o hirsutismo é preciso ter uma avaliação clínica cuidadosa, aplicando uma abordagem racional ao tratamento. A paciente, ao longo do processo, deve ser informada que, mesmo que o teste de diagnóstico seja demorado, ou podendo até ser inconclusivo, é preciso determinar uma intervenção eficaz.

Em alguns casos, torna-se necessário aconselhamento e educação, enquanto que, para outros, existem estratégias de tratamento que podem minimizar o problema.

A paciente também deve ser informada pelo médico de que a terapia sistêmica existente atualmente não é perfeita, devendo ser aplicado algum produto que seja aprovado pelos órgãos fiscalizadores de saúde.

A paciente apenas deve começar o tratamento depois que o médico informar sobre os potenciais riscos e benefícios, além de oferecer abordagens alternativas para o hirsutismo.

O tratamento com medicamentos para eliminar o hirsutismo deve ser selecionado com base na causa do problema. Antiandrogénos são os mais comuns, administrados como cosméticos para a remoção dos pelos.

Além disso, existem alguns medicamentos que são totalmente contraindicados durante a gravidez, em razão dos riscos de feminilização de um feto masculino. São os seguintes os medicamentos que exigem maiores cuidados:

  • Contraceptivos orais de estrógeno-progestina;
  • Antiandrogênicos como espironolactona, flutamida e acetato de ciproterona;
  • Corticosteroides orais;

Os medicamentos tanto podem ser utilizados de forma isolada quanto em combinação, respeitando as causas e os possíveis efeitos, lembrando que, quando suspensos, o hirsutismo pode retornar aos níveis anteriores.

Veja a seguir os tratamentos disponíveis para o hirsutismo:

Vaniqa

Um dos medicamentos clinicamente comprovados para o tratamento de hirsutismo é o Vaniqa, cujo princípio ativo é o cloridrato de eflornitina. Trata-se de um creme tópico de prescrição que age como inibidor do crescimento de pelos, não sendo um creme depilatório.

O princípio ativo do Vaniqa inibe a ornitina descarboxilase, a enzima necessária para o crescimento do pelo, sendo indicado para uso na redução de pelos faciais. O Vaniqa deve ser usado pelo menos duas vezes ao dia durante 4 a 8 semanas para apresentar os primeiros efeitos.

Seu uso pode ser combinado com tratamentos a laser ou outros métodos para que os efeitos sejam aumentados. É necessário lembrar o fato de que o Vaniqa deva ser usado constantemente, uma vez que, quando suspenso o tratamento, o hirsutismo tende a retornar.

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Contraceptivos orais

Os contraceptivos orais são pílulas prescritas para evitar a gravidez indesejada, podendo ser um tratamento alternativo para a redução de pelos. Sua eficácia está na dosagem de estrogênio, associada aos anticoncepcionais, principalmente nos que são enriquecidos com dienogest e ciproterona.

Em todos os casos de tratamento de hirsutismo, no entanto, a mulher deve procurar um médico que possa indicar o melhor método e a prescrição de medicamentos que sejam adequados.

Além disso, o médico deve passar todas as orientações sobre o hirsutismo, fazendo os exames necessários e analisando o histórico familiar da paciente.

Tratametos Alternativos

Alguns métodos se apresentam eficazes para eliminar ou suavizar o desenvolvimento dos pelos, como os descritos a seguir:

Tratamentos Alternativos para o Hirsutismo
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A depilação permanente

A depilação permanente é feita com a destruição do folículo capilar por eletrólise ou termólise, além de uma combinação de ambos, utilizando uma corrente elétrica depois de o fio ser introduzido no eixo do pelo.

Para o tratamento a laser, são necessárias diversas seções para destruir os pelos em longo prazo. Essa técnica também permite o tratamento de áreas maiores.

Os sistemas podem ser bem desconfortáveis, podendo causar foliculite, alterações na pigmentação da pele, pseudofoliculite e algumas inflamações.

É preciso ainda destacar que o tratamento a laser é mais caro do que os métodos tradicionais.

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Cera quente ou fria

A remoção com cera normalmente é indicada para retirar pelos de uma região mais extensa. O efeito é considerado mais duradouro, uma vez que os pelos podem levar uma média de 30 dias para renascer, além do fato de que voltam sempre mais finos.

O procedimento, no entanto, pode ser dolorido, já que a estrutura do pelo é eliminada desde a raiz.

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Lâmina de barbear

A utilização de lâmina de barbear é um processo bastante simples, embora seja de resultado apenas temporário, uma vez que apenas 3 dias depois é possível observar o crescimento dos pelos, que parecem crescer mais grossos.

O uso de lâmina de barbear não oferece dor na sua utilização, devendo apenas serem tomados os cuidados para evitar cortes na pele.

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Pinça

A pinça é recomendada para pequenas regiões, já que pode ser mais efetiva, removendo os pelos com maior precisão. O procedimento também é dolorido, como na remoção através de cera, pois o pelo é extraído desde a raiz. A duração dos efeitos também pode ser considera maior.

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Creme depilatório

O creme depilatório apresenta em sua fórmula agentes químicos que dissolvem a parte do pelo visível. Assim, a sua ação pode ser comparada à da lâmina de barbear, pois não remove o pelo desde sua raiz.

No entanto, consegue melhorar a aparência estética da região tratada.

Para ser usado com segurança, o creme depilatório deve ser aplicado em regiões livres de lesões e de machucados, devendo a usuária também ter cuidado com relação a possíveis alergias presentes nos ingredientes da fórmula.

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Depilação com linha

A depilação com linha, conhecida como depilação egípcia, também é dolorosa, mas vem sendo cada vez mais utilizada em razão de sua eficácia e da higiene que oferece.

A linha extrai completamente o pelo, inclusive pela raiz, oferecendo um efeito mais duradouro, deixando também a pele mais lisa e contribuindo para remover resquícios da pele morta.

É possível prevenir o hirsutismo?

O hirsutismo não oferece condições concretas de prevenção dos sintomas típicos, uma vez que o nascimento e crescimento dos pelos está totalmente fora de controle. Além disso, a mulher nunca deve utilizar a automedicação, principalmente com medicamentos hormonais.

O prognóstico sempre deve ser visto como positivo, pois os medicamentos e procedimentos estéticos permitem maior controle da situação. Os resultados não são conseguidos em curto prazo, sendo recomendável que a mulher tenha paciência e persista com o tratamento indicado pelo médico.

Existem casos em que a combinação de mais de uma solução se mostra como alternativa para antecipar alguns resultados.

Precisamos salientar, no entanto, que o uso de esteroides, procurados principalmente por atletas e fisiculturistas em busca de aumento e definição de massa muscular, não é recomendado, já que são anabólicos ricos em hormônios masculinos e, portanto, podem aumentar o desenvolvimento de pelos.

A mulher deve evitar o uso de suplementos com esteroides, principalmente quando já apresenta propensão para o desenvolvimento do hirsutismo.

Algumas recomendações nutricionais podem ser aplicadas para contribuir na redução dos níveis de hormônios androgênicos, e isso pode evitar o aparecimento de maior quantidade de pelos:

  • Alimentos com antioxidantes podem ter maior consumo, como, por exemplo, pimentão, abóbora, tomate, cereja e mirtilos;
  • Os alimentos refinados, como farinha branca e açúcar, devem ser evitados;
  • O consumo de proteínas deve dar preferência a carnes magras e brancas, aos peixes e proteínas vegetais, como soja e feijão, em vez de carne vermelha;
  • A preparação de alimentos com azeite de oliva ou óleo vegetal deve ter prioridade;
  • A mulher também deve evitar ou reduzir o consumo de alimentos que sejam fonte de gordura trans;
  • Finalmente, é preciso evitar o hábito de fumar e o consumo de álcool.

Opinião da Medilico: Vale lembrar que, para manter os níveis de hormônios adequados também é importante consumir muita água durante o dia e adotar uma rotina de exercícios regulares.

Fontes:

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