No mundo todo, o Priligy é o único medicamento para o tratamento de ejaculação precoce de prescrição e com comprovação científica sobre a sua eficácia, tendo possibilitado melhorar a performance em até 300% no retardo da ejaculação, sendo indicado para homens entre 18 e 65 anos de idade, como homens jovens fazem parte de uma faixa etária especialmente mais afetada pelo problema, normalmente provocado por embaraços ou reservas por parte de indivíduos do sexo masculino.

priligy

Como todo medicamento de prescrição, o mesmo só pode ser vendido mediante receita médica, o Priligy é um remédio que pode provocar efeitos colaterais nos usuários. Neste artigo, vamos comentar sobre esses efeitos, contraindicações e interações medicamentosas, fornecendo todas as informações sobre o Priligy e os cuidados ao fazer uso do medicamento.

Contraindicações do Priligy

O uso de Priligy é totalmente contraindicado para mulheres e para homens com idade inferior a 18 anos.

O seu uso e o tratamento da ejaculação precoce em homens entre 18 e 65 anos de idade deve ser monitorado por um médico, principalmente nas seguintes circunstâncias:

  • Pacientes com insuficiência renal, de ligeira a moderada;
  • Pacientes com insuficiência hepática ligeira.

Nessas condições, o monitoramento irá permitir melhor ao médico avaliar a possibilidade de continuidade do tratamento ou a adequação do Priligy ao estado físico do paciente.

O Priligy também está contraindicado nos seguintes casos:

  • Doenças cardíacas ou coronárias;
  • Isquemia cardíaca e histórico de síncopes ou desmaios; ;
  • Doenças hepática e renal grave;
  • Epilepsia, paranoia ou comportamento depressivo;
  • Quando o paciente está fazendo uso de medicamentos antifúngicos;
  • Quando o paciente está tomando triptofano para curar enxaquecas.

Efeitos secundários do Priligy

O Priligy está disponível para comercialização nas doses de 30 e de 60 mg. Como qualquer medicamento de prescrição, ele também está sujeito a provocar alguns efeitos colaterais nos pacientes tratados, embora esses efeitos não se apresentem de forma comum em todos os pacientes.

O princípio ativo do Priligy, a dapoxetina, apresenta efeito de curta duração no sistema nervoso central, resultando na redução significativa da intensidade de possíveis efeitos colaterais, sendo um medicamento considerado seguro para o tratamento de ejaculação precoce.

Entre os efeitos secundários relatados, o Priligy pode provocar:

  • Efeitos colaterais neurológicos, na forma de dor de cabeça, que é um efeito colateral mais comum, mas geralmente em menor tempo e breve; desorientação, ainda menos comum, e efeitos relacionados ao humor, como irritabilidade e depressão, de forma mais rara;
  • Efeitos colaterais físicos, com boca seca e visão turva, que são mais comuns, enquanto que podem surgir comichões na pele de forma mais rara;
  • Efeitos colaterais cardiovasculares, de forma mais rara, podendo ocorrer mudanças na pressão sanguínea;
  • Efeitos colaterais no sistema gastrointestinal, provocando náuseas, de forma um tanto mais comum, com problemas intestinais de forma mais rara.

Na tabela a seguir pode encontrar a lista dos efeitos secundários do Priligy. Havendo a manifestação de qualquer um deles, com persistência, é necessário buscar assistência médica, podendo, assim, ser encaminhado para um tratamento alternativo ou redução da dose do Priligy:

Efeitos secundários do Priligy
Comuns Incomuns Raros
Dor de cabeça: Desorientação Tontura
Boca seca Depressão Sono
Náusea Alterações na pressão Problemas Intestinais
Irritabilidade Dores no peito e músculos Mudança de Humor
Visão embaçada Alterações no paladar Convulsões

Reações alérgicas ao Priligy

O Priligy também é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à dapoxetina ou qualquer dos componentes de sua fórmula, não sendo indicado para pacientes com condições cardíacas patológicas mais significativas, como, por exemplo:

  • Insuficiência cardíaca das classes II-IV da NYHA;
  • Anormalidades de condução, com bloqueio de AV de segundo ou terceiro grau, ou síndrome do nódulo sinusal;
  • Doença cardíaca isquêmica crônica;
  • Doença de válvula cardíaca.

Uso de Priligy com álcool ou com drogas recreativas

O consumo de álcool ou drogas recreativas em concomitância com o uso de Priligy para tratamento de ejaculação precoce pode levar a reações extremamente graves para o paciente. Dessa forma, quando em tratamento com o Priligy, o paciente deve evitar a combinação de álcool ou de qualquer droga recreativa.

A combinação de álcool com o Priligy pode aumentar os efeitos neurocognitivos oferecidos pelo álcool, aumentando também o risco de ocorrências adversas, como síncope, risco de lesões acidentais e desmaios. O paciente que estiver usando Priligy deve evitar o consumo de álcool durante o tratamento.

Uso de Priligy e interações medicamentosas

O tratamento com Priligy não deve ser feito em conjunto com os seguintes medicamentos:

  • IMAO (inibidores da monoamina oxidade);
  • ISRS (inibidores específicos de recaptação de serotonina);
  • IRSN (inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina);
  • ATD (antitireoidiano, medicamento antagonista dos principais hormônios da tireoide);
  • Thioridazina (usado para tratamento de esquizofrenia e psicose);
  • Lítio (medicamento de efeito antioxidante e protetor dos sistemas de transtorno bipolar em portadores da doença);
  • Zyvox (linezolida, antibiótico sintético de amplo espectro);
  • Triptofano (usado para tratamento de depressão e estresse);
  • Erva de São João (hipericão para tratamento de depressão, quadros de nervosismo e inquietação);
  • Tramadol (usado como analgésico de ação central);
  • Produtos à base de plantas com efeitos serotoninérgicos;
  • Produtos inibidores potentes da CYP3A4.

No caso de o paciente haver consumido qualquer desses medicamentos, deverá esperar pelo menos 2 semanas antes de começar o tratamento com Priligy. Ao terminar o tratamento com o Priligy, deverá esperar pelo menos 7 dias para consumir qualquer um dos medicamentos listados.

O Priligy é um medicamento forte, embora funcione de forma segura, desde que tomado com todas as precauções recomendadas. O paciente não deve negligenciar os efeitos secundários, observando com atenção a ação em seu organismo e, ao notar algo estranho, parar de tomar o remédio e procurar ajuda médica.

A dose recomendada pelo médico não deve ser mudada. Em qualquer situação, no entanto, é melhor conversar com o médico sobre as próprias condições de saúde, verificando a possibilidade de tratamentos alternativos.

Além dos medicamentos listados, é importante evitar medicamentos ou produtos que contenham nitratos, que reagem de forma adversa ao Priligy, dando início a complicações para a saúde.

Fontes:

Publicado em 31 de Maio de 2017.

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