O sobrepeso ea obesidade são definidas como acúmulo de gordura anormal ou excessiva que apresenta um risco para a saúde. Uma medida utilizada pela população para identificar a obesidade é o índice de massa corporal (IMC), o peso de uma pessoa (em kg) dividido pelo quadrado da sua altura (em metros). Uma pessoa com um IMC de 30 ou mais é geralmente considerada obesa. Uma pessoa com um IMC igual ou superior a 25 é considerada com excesso de peso.

Sobrepeso e obesidade são os principais fatores de risco para uma série de doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e câncer. Uma vez considerado um problema apenas em países de alta renda, o excesso de peso e a obesidade estão agora dramaticamente em ascensão em países de baixa e média renda, especialmente em ambientes urbanos.

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Xenical

Fabricante: Roche

O Xenical é um medicamento original da Roche para o tratamento da obesidade. O medicamento impede as enzimas do seu sistema nervoso de decompor parte da gordura que ingeriu em sua refeição. No entanto, a gordura é eliminada pelo seu corpo. Para comprar o Xenical on-line, preencha o nosso breve questionário e então o nosso médico pode diagnosticar a sua condição. Receita médica e entrega estão incluídos no preço do medicamento.

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O que é obesidade?

A obesidade nada mais é do que o acúmulo de gordura corporal, causada principalmente pelo consumo excessivo de calorias em nossa alimentação, podendo acarretar graves problemas de saúde e, em alguns casos, como na obesidade mórbida, levar até a morte.

Podemos diagnosticar a obesidade através do cálculo do Índice de Massa Corporal, o conhecido IMC. Para saber se você é uma pessoa obesa ou não, faça os seguintes cálculos: divida o seu peso em quilogramas pela sua altura em metros elevada ao quadrado. Se o resultado ficar entre 18,5 e 24,9 você pode ser considerada uma pessoa de peso normal. Entre 25,0 e 29,9 você está com sobrepeso e, acima desse valor, você pode se considerar uma pessoa obesa.

Passando para um exemplo prático, se você está pesando 80 kg e tem altura de 1,60 m, divida 80 por 2,56 (ou seja, 1,60 x 1,60). Quando você dividir 80 por 2,56, vai encontrar o valor de 31,25. Isto significa que você ainda não é uma pessoa obesa, mas já está com sobrepeso.

Vale lembrar, no entanto, que o cálculo de IMC apresenta algumas diferenciações entre o sexo masculino e feminino, já que devemos guardar as devidas proporções entre os organismos. Para a mulher, por exemplo, o peso ideal está entre 19,1 e 25,8; com 25,9 a 27,3 acima do peso; 27,4 a 32,3 com sobrepeso e acima de 32,4 com obesidade.

Para acompanhar o seu peso e saber como está sua situação com relação à obesidade, basta anotar essa fórmula e, prudentemente, fazer o cálculo periódico, principalmente se você tem tendência a engordar com maior facilidade.

Causas da obesidade

O organismo humano é o resultado de diferentes interações entre a herança genética, o ambiente sócio-econômico e cultural da pessoa, o ambiente familiar e as preferências individuais.

Assim, não podemos considerar que a obesidade seja apenas provocada pelo excesso de calorias na alimentação, embora seja esta a principal causa. Uma pessoa sempre apresenta características pessoais que a tornam única, principalmente com relação à saúde e à nutrição.

É preciso, então, considerar a obesidade como resultado de muitas interações, chamando atenção os aspectos de sua genética, de seu comportamento e do meio em que vive. É natural, por exemplo, que filhos que tenham pais obesos também apresentem tendência à obesidade, assim como podemos perceber que a mudança de comportamento também pode levar ao problema.

Com o avanço da medicina, uma série de novos conhecimentos foram associados à obesidade e aos mecanismos pelos quais uma pessoa ganha peso, mostrando que a situação é associada de diversos fatores além da simples ingestão de calorias.

Fica evidente, no entanto, que a obesidade está sempre associada à ingestão alimentar incorreta, com redução de consumo de energia. O consumo energético também pode estar associado a características genéticas ou pode ser decorrentes de causas endócrinas, inclusive algumas doenças onde a obesidade se torna consequência de distúrbios hormonais.

Consequências e sintomas da obesidade

A obesidade, com o seu excesso de gordura corporal, não apresenta sintomas diretos, a menos que esteja muito acima do limite, como no caso da obesidade mórbida. No entanto, uma pessoa obesa mostra diversas limitações, principalmente estéticas, em consequência de vivermos numa sociedade onde o padrão de beleza exige pesos até abaixo do normal.

As principais consequências, no entanto, mostram limitação de movimentos, tendência a infecções de pele e contaminação por fungos, que podem a se tornar complicadas. Além disso, uma pessoa obesa sobrecarrega a própria coluna e os membros inferiores, podendo desenvolver artroses nas articulações, varizes, úlceras e eripsela.

A obesidade também se apresenta como fator de risco para diversas doenças, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, osteoartrite, colecocolitíase e alguns tipos de câncer.

A obesidade, portanto, traz diversos riscos para a saúde da pessoa, com inúmeros distúrbios que, ao final, trazem redução em sua expectativa de vida, principalmente nos casos mais graves de doenças provenientes do excesso de gordura corporal.

Trata-se, portanto, de um problema que deve ser diagnosticado e tratado desde a criança, passando pelo adolescente e o adulto, buscando um tratamento específico para cada caso, trazendo novamente a pessoa obesa ao padrão determinado pelo IMC, que é a condição mais favorável para manutenção da saúde.

Tratamento para a obesidade

O tratamento para a obesidade envolve obrigatoriamente uma re-educação alimentar, com a prática de exercícios físicos e, em caso de necessidade, o uso de algum medicamento auxiliar.

Alguns casos de obesidade, além de re-educação alimentar, exercícios e medicação auxiliar, também podem exigir o tratamento comportamental, acompanhado por um psiquiatra. Em casos de obesidade proveniente de outras doenças, como distúrbios hormonais, o tratamento deve ser iniciado para a causa do distúrbio.

É importante que, para o tratamento da obesidade, o paciente tenha consciência da necessidade de seu comprometimento com todas as determinações médicas, principalmente mantendo os cuidados para a preservação de sua saúde. Assim, não há necessidade de dietas restritivas e sim acompanhamento para os cuidados com a manutenção do metabolismo e da saúde orgânica.

Medicação auxiliar contra a obesidade

Um dos medicamentos auxiliares para o tratamento da obesidade é o Xenical, que tem como princípio ativo o orlistat, sendo um dos poucos medicamentos para emagrecer ainda encontrados em farmácias. O Xenical, no entanto, é um medicamento controlado, que tem venda restrita, ou seja, a venda apenas é realizada mediante a retenção de receita médica, o que obriga os pacientes a visitarem o médico sempre que precisarem do medicamento.

Essa determinação é feita exatamente para que a pessoa em tratamento contra a obesidade mantenha em ordem sua saúde. A substância ativa do Xenical atua no sistema digestivo, inibindo as enzimas lipases, produzida pelo pâncreas, e que são responsáveis pela absorção de gordura, não deixando as enzimas agirem.

Dessa forma, pelo menos 30% da gordura ingerida é eliminada pelas fezes, não sendo absorvida pelo organismo. Com essa atuação, o organismo não retém tantas células adiposas, trazendo o emagrecimento, com a consequente redução do colesterol ruim, o LDN, e prevenindo outras doenças causadas pela obesidade.

Em alguns casos, o médico pode receitar o Xenical manipulado, que irá conter maior ou menor quantidade de orlistato, dependendo da necessidade do paciente. Assim, no tratamento contra a obesidade, há a possibilidade de ter uma fórmula personalizada, atendendo exatamente o que o paciente necessita.

Fontes:


  1. Informação Sobre a Obesidade, Laboratórios Roche Portugal (2006) URL: roche.pt
  2. Nutrition, Physical Activity and Obesity Portugal, WHO, World Health Organization (2013) - URL: euro.who.int
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